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Psicoterapia em Maceió e onlineComo funciona o acompanhamento

Cada fase da vida traz as suas descobertas e os seus desafios, e nem sempre é fácil atravessá-los sozinho. Às vezes, o que se sente ainda não tem nome; outras vezes, a família percebe que algo mudou, mas não sabe por onde começar. A terapia nasce desse lugar: um tempo de cuidado, com escuta atenta e sem pressa, para compreender o que acontece por dentro e cultivar, aos poucos, novas formas de seguir.

Redoma · Como cuido

Olhar para o presente sem perder de vista as raízes.

Trabalho com a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem baseada em evidências que auxilia a identificar e transformar os padrões de pensamento, emoção e comportamento que sustentam o sofrimento no presente.

Meus conhecimentos, respaldados também na Terapia do Esquema, ampliam esse olhar: busco compreender onde esses padrões começaram, muitas vezes na infância, a partir de necessidades emocionais que não foram plenamente atendidas, e como eles se repetem hoje. Esse percurso possibilita o entendimento do sujeito em sua totalidade e me permite identificar a configuração de tratamento que melhor se encaixa a cada realidade e às necessidades específicas do momento, estruturando individualmente o plano terapêutico mais adequado.

No atendimento infantojuvenil, esse plano ganha contornos próprios: o desenvolvimento tem sua própria linguagem em cada idade, e o processo terapêutico se adapta a ela. Com as crianças, o brincar, as histórias e os recursos visuais são a ponte para reconhecer emoções, compreender pensamentos e experimentar novas formas de agir, sempre buscando a coparticipação dos pais, que levam esse aprendizado para o dia a dia. Com os adolescentes, o diálogo ganha espaço, respeitando a busca por autonomia e a construção da identidade.

Em todas as faixas etárias que contemplo, procuro contribuir com um olhar atento às necessidades emocionais de cada momento: segurança, aceitação, limites e liberdade para se expressar.

Compreender a própria história é o que abre espaço para escrever, com mais liberdade, os próximos capítulos.

O que sustenta meu cuidado

Quatro bases presentes em todo o acompanhamento.

  • Acolhimento e escuta

    Presença atenta e sem pressa, para que cada pessoa, da criança ao jovem adulto, se sinta ouvida em sua singularidade e no seu próprio tempo. Tudo o que é dito encontra um espaço seguro, tratado com sigilo e respeito.

  • A linguagem de cada fase

    Na infância, a ludicidade do brincar é a forma mais natural de expressar o que se sente; com adolescentes e jovens adultos, o diálogo abre caminho. Cada etapa do desenvolvimento é respeitada em seus recursos, interesses e desafios.

  • Família como parceira

    A parentalidade não é um trabalho paralelo à clínica infantojuvenil: é parte dela. Os pais participam do processo, com espaço para orientação e devolutivas, porque o cuidado se fortalece quando se estende à rotina de casa.

  • Ciência e supervisão

    Intervenções fundamentadas em evidências, planejadas a partir dos objetivos de cada caso e acompanhadas por supervisão clínica regular. A formação é contínua, com especialização em Parentalidade em andamento e outras futuras especializações previstas.

Cuidado · Como começamos

Do primeiro contato ao primeiro encontro: um passo de cada vez.

Dar o primeiro passo nem sempre é simples. Para tornar esse início mais leve, organizei o caminho até o primeiro encontro em quatro etapas.

  1. Envie uma mensagem

    Pelo WhatsApp, conte seu nome, para quem é o atendimento (e a idade, no caso de crianças e adolescentes) e, se quiser, uma breve ideia do que motivou a busca. Não é preciso explicar tudo agora.

  2. Conversamos sobre o atendimento

    Explico como funciona o acompanhamento psicológico, oriento sobre os próximos passos e esclareço as dúvidas que surgirem.

  3. Escolhemos formato e horário

    Definimos juntos se será presencial ou online e o melhor dia e horário. No presencial, envio o endereço; no online, o link do Google Meet chega antes do encontro.

  4. O primeiro encontro

    Um tempo para nos conhecermos, para ouvir com calma o que trouxe você até aqui e para que você também sinta, no seu ritmo, se este é o espaço que procura. Não é preciso chegar com as palavras certas, vamos encontrando juntos.

Quando procurar

Ainda não sabe se é o momento?

Às vezes, o motivo para buscar ajuda é claro; outras vezes, é apenas a percepção de que algo mudou e merece atenção. Os sinais mais comuns em crianças, adolescentes, jovens adultos e famílias estão reunidos na página inicial.

Ver os sinais mais comuns

Conheça cada atendimento

O primeiro encontro serve justamente para compreender o momento e pensar juntos no melhor caminho.

Conversar pelo WhatsApp

Dúvidas

Perguntas frequentes

Como saber se meu filho precisa de terapia?

Não é preciso esperar que algo esteja muito difícil. Mudanças no comportamento, no sono, na escola ou na forma de se relacionar, ou mesmo a sensação de que a família não sabe mais como ajudar, já são bons motivos para uma conversa. O primeiro encontro serve justamente para compreender o momento e pensar juntos no melhor caminho.

O que meu filho fala na terapia é compartilhado com os pais?

O sigilo é a base da confiança no processo terapêutico, e isso vale também para crianças e adolescentes. Os pais recebem devolutivas sobre a evolução e orientações para o dia a dia, mas o conteúdo das sessões é preservado. Conforme o Código de Ética Profissional do Psicólogo, aos responsáveis é comunicado apenas o que for essencial para o bem-estar e a proteção do filho.

Os pais participam do processo?

Sim. No atendimento infantojuvenil, o primeiro encontro é com os pais, e eles acompanham o processo por meio de devolutivas periódicas. Quando necessário, também podem ser combinados encontros de orientação parental.

Nunca fiz terapia. Como sei se é para mim?

Não é preciso ter um motivo grande nem saber explicar exatamente o que se sente. Muitas pessoas chegam apenas com a vontade de se conhecer melhor ou de entender algo que vem pedindo atenção. Na primeira conversa, olhamos juntos para esse momento e avaliamos se a terapia faz sentido agora.

A terapia online funciona?

O atendimento online, regulamentado pelo Conselho Federal de Psicologia, mantém o mesmo cuidado técnico e ético do presencial, e as sessões acontecem pelo Google Meet. A única exceção é a idade: o online é oferecido a partir dos 15 anos; com crianças, o atendimento é exclusivamente presencial.

Atende por plano de saúde?

O atendimento é particular. É emitido recibo, que pode ser utilizado para solicitar reembolso ao plano de saúde, conforme as regras de cada operadora.

Com que frequência acontecem as sessões?

As sessões têm 50 minutos e costumam ser semanais, em dia e horário fixos. A frequência pode ser ajustada conforme o momento e as necessidades de cada caso.